O senhor prometeu a Moisés, representante dos filhos de Israel, que todos os locais onde seus pés pisassem seriam de propriedade dele. Na prática, isso significava que os limites da conquista dos filhos de Israel dependiam deles mesmos. Quanto mais andassem, maiores seriam os termos de sua propriedade. Era importante avançar cada vez mais. A mesma promessa também foi feita a Josué.
De forma semelhante, o Senhor Jesus ensinou que o Reino de Deus é tomado por esforço. Nas passagens bíblicas, fica evidente que a posse das promessas divinas depende em parte de Deus e em parte de quem n’Ele crê. A parte que cabe a Deus são as promessas feitas; a parte dos que crêem é seguir avançando sem parar.
Nenhuma conquista é feita sem fé e perseverança. Não é porque as orações ainda não foram atendidas que não serão respondidas. Quando há certeza, há resposta.
Além disso, verifica-se que Deus traça o caminho da conquista em parceria com o conquistador. Não se pode esperar atitude apenas d’Ele. Há que cooperar com Deus.
O reino do mundo é caracterizado pelas injustiças sociais. Poucos têm muito e a maioria não tem nada. Nem todos os pobres são de Deus, assim como nem todos os ricos são do mal. A Bíblia aponta tanto pobres do mal como ricos do Bem. Nem todo pobre é humilde, assim como nem todo rico é soberbo.
O rico é malvisto por causa da injustiça que pratica, porque, tendo muito, muitas vezes despreza os que nada têm.












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