Nos tempos do Novo Testamento, a palavra “mamom” era comumente personificada no demônio da avareza, riqueza e injustiça. A riqueza em si não era demoníaca, mas o culto a ela ultrapassava os limites da idolatria. Porque os homens prezavam mais as coisas materiais do que as espirituais. E justamente porque o consumismo era, e é tido como um desejo desenfreado, caracteriza-se, assim, como idolatria às riquezas.
Deus nunca condenou as riquezas. Até porque a única vez em toda a Bíblia que ele convida o ser humano a testá-Lo é justamente em relação às riquezas.
Mas o amor ao dinheiro gera o sentimento pagão de verdadeira adoração às riquezas materiais. Daí surgiu a avareza e, em razão disso, a injustiça social.











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