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Você olha no espelho e seus olhos estão vermelhos, irritados, e lhe parece lógico: é conjuntivite. Pode ser! Ainda assim, se for conjuntivite, saiba que há vários tipos diferentes. Nem todos são contagiosos. Agora, o mais importante é saber que cada conjuntivite é uma, com características, sintomas e, principalmente, reações muito diferentes. Há a alérgica. A viral. A bacteriana. A química. Somente o oftalmologista pode dizer qual é qual. E assim receitar o medicamento adequado. “Uma medicação errada pode agravar ou até provocar uma úlcera de córnea”, alerta o Dr.


“Pessoas com rinite e sinusite, por exemplo, são mais predispostas a apresentar esse tipo de conjuntivite”, diz o Dr. Décio. Mas a principal causa é mesmo a poeira, seguida por alergia aos animais domésticos, poluição do ar, fumaças (como a do cigarro), medicamentos, produtos químicos etc. Como identificá-la? Os sintomas mais comuns são coceira, lacrimejamento e fotofobia (sensação incômoda com a luz). De todos, o mais frequente é mesmo a coceira, mas a conjuntivite alérgica pode ser confundida com outros tipos. Por isso é tão importante ir ao médico, para que ele faça o diagnóstico correto.
Como prevenir
- Evite o acúmulo de poeira e outras situações que possam lhe causar alergia. A conjuntivite alérgica não é contagiosa, e o tratamento é feito com anti-histamínicos (remédios antialérgicos).
- Evite a automedicação. “O grande problema das conjuntivites é a automedicação. A pessoa não sabe qual tipo tem, não conhece as diferenças de cada doença e usa o colírio como se não fosse um remédio. As pessoas precisam entender que colírio é uma forma de medicação. Cada produto é para um caso. Não se pode usá-lo sem indicação médica”, ensina o Dr. Décio.
Se você suspeita que está com conjuntivite, vá imediatamente ao médico. De olhos tratados e bem abertos, saia por aí descobrindo belezas

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